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Lição 11 – Adotados por Deus

Subsídio para a Escola Bíblica Dominical da Lição 11 do trimestre sobre "A obra da salvação"


Adotados por Deus
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INTRODUÇÃO

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No próximo domingo estaremos estudando uma doutrina pouco falada, mas muito importante no processo da nossa salvação. É a doutrina da adoção. Nossos objetivos específicos com o presente estudo são: I. Apresentar o conceito bíblico e teológico de adoção; II. Explicar a adoção no tempo presente; III. Compreender a adoção plena no futuro. Bem-vindo a mais um estudo da Escola Dominical!

I. O CONCEITO BÍBLICO DE ADOÇÃO

– conceito comum

Segundo o Novo Dicionário de Teologia, “A adoção é o estabelecimento legal de um relacionamento de parentesco entre duas pessoas reconhecido como equivalente a um baseado em descendência física” (1). Neste conceito temos uma definição comum, civil, da palavra adoção, que nos dá uma ideia, ainda que não perfeita, do que seja a adoção espiritual na família de Deus.

– conceito bíblico e teológico

O Dicionário Vine explica que o termo adoção no grego é huiothesia, palavra formada de huios, “filho”, e thesis, “posição”, cognato de tithemi, “pôr”, significa o lugar e condição de filho dados àquele a quem não lhe pertence por direito (2).

Segundo Henry Thiessen, “A doutrina da adoção é puramente paulina [do apóstolo Paulo]” (3). As bênçãos espirituais que Paulo associa à adoção, outros autores do Novo Testamento frequentemente associam com a regeneração e a justificação. A palavra huiothesia ocorre apenas cinco vezes no Novo Testamento, e todas elas nos escritos do apóstolo Paulo: Romanos 8.15,23; 9.4; Gl 4.5; Ef 1.5. Uma vez, Paulo aplica o termo à Israel como nação (Rm 9.4); três vezes Paulo relaciona esta palavra às bênçãos experimentadas pelo crente já na vida presente (Rm 8.15; Gl 4.5; Ef 1.5); e uma vez para se referir à completa realização da adoção na vinda de Cristo e na eternidade (Rm 8.23).

O apóstolo João também fala da filiação divina que ganhamos por meio da fé em Jesus Cristo e da regeneração pelo Espírito Santo, mas não nos mesmos termos usados por Paulo. João diz que Jesus “veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome” (Jo 1.11,12). Para João, somente são feitos filhos de Deus os que receberem este “poder” (gr. exousia = poder de escolha, liberdade, permissão), portanto ele não é natural do homem; e somente recebem este poder de ser feito filho de Deus aqueles que creem em Jesus Cristo, que o recebem em seus corações pela fé. Como bem diz Walter Brunelli, “A presunção humana de achar que todos os homens são filhos de Deus não corresponde à verdade. Tornamo-nos filhos de Deus (porque não o éramos antes) ao recebermos Jesus como Salvador. Ninguém precisará jamais adotar um filho natural, porque já é filho. Deus (o Pai) tem apenas um Filho, o qual – por ser o único – é chamado de Filho Unigénito (Jo 3.16). Tornamo-nos filhos por adoção!” (4).

Se o homem fosse filho de Deus por natureza, então a doutrina da adoção seria uma grande farsa! Por natureza somos “filhos da ira” (Ef 2.3). Filhos de Deus somos em Jesus Cristo, por obra do Espírito Santo dentro de nós, que é o DNA de Deus que garante que somos de fato filhos de Deus. Como diz Paulo, “recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai” (Rm 8.15).

II. ADOÇÃO NO TEMPO PRESENTE

– BENÇÃOS DA ADOÇÃO

O apóstolo João, extasiado pela grande dádiva que nos foi concedida, exclama: “Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus” (1Jo 3.1). De fato, esta é uma preciosa dádiva do amor de nosso Deus, a nossa adoção. Não filhos de um político renomado ou de um grande empresário, nem de um artista da TV ou de um famoso jogador de futebol. Filho de Deus! Isto sim que é uma grande dádiva!

Na oração modelo, Jesus nos ensinou a orar dirigindo-nos a Deus como o “Pai nosso…” (Mt 6.9). Não de Vossa Santidade como se dirigem ao papa, não de Vossa Majestade como a reis, não de Vossa Alteza como a príncipes, não de Vossa Excelência como a políticos e magistrados, não de Vossa Magnificência como a reitores de universidades, nem de Vossa Senhoria como a autoridades em geral… Mas “Pai nosso…”! Enquanto ínfimas criaturas terrenas buscam para si títulos pomposos, à maior autoridade do universo, ao Criador e Senhor absoluto, ao Deus de infinita glória, Jesus nos ensina a dirigirmo-nos a Ele como “Pai nosso…”. É, João estava certo: que grande amor nos tem concedido o Pai! Os ímpios que o tratem como Vossa Majestade, nós que somos filhos, pelo Espírito de adoção que habita em nós (Rm 8.15), podemos nos dirigir a Deus como “Aba, Pai”.

Já dissemos na Lição 5, e aqui repetimos que tamanha é a dádiva da salvação que podemos sem receio dirigir-nos a Deus como “Pai nosso…”, ou como “Aba, Pai” (Rm 8.15; Gl 4.6). Segundo Vine, “os escravos eram proibidos de se referir ao chefe da família com esse título” e ainda diz que “‘ABBA’ [termo de origem aramaica] é a palavra pronunciada pelas crianças, e denota confiança cega; ‘pai’ expressa um entendimento inteligente de relacionamento. As duas palavras juntas expressam o amor e a confiança inteligente da criança” (5).

O Dicionário Wycliffe (6) compara a adoção no sentido civil com a adoção no sentido espiritual e nos traz seis características da adoção que desfrutamos na família de Deus:

1) Adoção é tomar alguém como filho que não o é por natureza e nascimento

2) É ser adotado para uma herança – no sentido espiritual, para uma herança que é incorruptível e imaculada (Rm 8,1517; G1 4.5-7)

3) É um ato voluntário de quem adota – espiritualmente o Pai Celestial exerce Sua soberana vontade nessa questão (Ef 1.5) – mediado por Cristo através da interferência do Espirito Santo (G1 4.4-6)

4) Significa que o adotado leva o nome de quem o adotou e pode chama-lo de “Pai!” (Is 56.5; 62.2; 65.15; Ap 2.17; Rm 8.15; 1 Jo 3,1)

5) Significa que o adotado torna-se o recebedor da compaixão e do cuidado de seu Pai Celestial (Ef 1.3-6; cf. Lc 11.11-13), e é recebido com todos os direitos e privilégios da família, recebido de volta como um filho e não como servo, no caso do filho pródigo (Lc 15.19-24)

6) No aspecto escatológico, toda a criação se beneficia do fato do adotado receber a libertação de seu corpo da decadência e da morte (Rm 8.23).

Os teólogos Guy Duffield e Van Cleave (7) destacam três resultados da adoção:

a) O testemunho do Espírito Santo. Paulo mesmo diz que “O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8.16). É um testemunho interno do Espírito, que nos dá a certeza de que Deus nos aceitou em Cristo, e que agora somos membros de sua família, e que podemos confiar em Seu amor bondoso e proteção.

b) Libertação do medo. Não precisamos temer nos aproximar de Deus, como se ele fosse um ser irascível e indisposto para com os homens. Como dizia o salmista, “Ainda que o Senhor é excelso, atenta todavia para o humilde” (Sl 138.6). Pela obra que Cristo efetuou na cruz em nosso favor, e pelo Espírito Santo que em nós habita, podemos, como diz o autor da Carta aos Hebreus, “entrar com ousadia no santuário” (Hb 10.19). Afinal, dizia Paulo a Timóteo: “Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação” (2Tm 1.7). O bom temor que manifestamos para com Deus tem a ver com o respeito e a reverência que prestamos a Ele, visto que Ele é Santo eternamente, não com um medo que nos repele de Sua presença.

c) Herdeiros e co-herdeiros com Cristo. Como lembram-nos Duffield e Cleave, “inúmeros filhos remidos do Senhor não compreendem a sua herança e agem como servos em lugar de filhos. (…) Vamos começar a gozar de nossa herança em Cristo Jesus desde agora!” (8). Você crê que é filho do Deus altíssimo? Crê que Ele o ama? Então fale com Ele em oração, agradeça-o pelas bênçãos diárias, rogue sua companhia constante, peça-lhe o que necessitas, honre-o de todo coração e espere-O ansiosamente, pois breve Ele virá para os seus filhos! Oremos ao nosso Pai em nome de Cristo, de quem somos co-herdeiros, pois Jesus nos prometeu: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho” (Jo 14.13). É de uma cura que você precisa? De uma libertação espiritual? De um milagre em sua vida financeira que está uma bagunça? É o batismo no Espírito Santo que você tanto almeja? É o poder para servir mais e melhor a igreja do Senhor? Então peça em nome de Jesus, nosso irmão mais velho (Hb 2.11), pois “aquele que pede, recebe” (Mt 7.8).

O teólogo holandês Jacó Armínio, com muita propriedade discorrendo sobre onde está a causa da nossa adoção como filhos de Deus, assim disserta (os grifos são meus):

“E devemos ao Sacerdócio de Cristo o fato de que esta bênção tenha sido pedida e obtida para nós, bem como transmitida a nós. Pois Ele, sendo o Filho Unigênito do Pai, e o único herdeiro de todas as bênçãos do seu Pai, não estava disposto a desfrutar sozinho benefícios tão transcendentes, e desejou ter coerdeiros e parceiros, a quem poderia ungir com o óleo da sua alegria e receber como participantes dessa herança. Ele fez uma oferta, portanto, da sua alma, pelo pecado, para que, concluído o sofrimento da sua alma, Ele pudesse ver a sua semente com seus dias prolongados — a semente de Deus, que poderia vir a participar com Ele, em nome e herança. Ele ‘nasceu sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos’ (Gl 4.5). Segundo a instrução do Pai, Ele pediu que os pagãos lhe fossem dados como herança. Portanto, por esses atos, que são peculiares ao seu sacerdócio, Ele pediu este direito de adoção, em nome do seu povo fiel, e o obteve com o propósito de que fosse transmitido a eles, ou melhor, na verdade, Ele mesmo foi o doador. (…) Por meio dEle, e em consideração a Ele, Deus nos adotou, como filhos, que são amados por Ele, o Filho do seu amor. Ele é, portanto, o único herdeiro por cuja morte a herança é transmitida aos outros (…)” (9).

 – RESPONSABILIDADES

Não são só bênçãos que emanam da adoção, mas também responsabilidades. E grandes responsabilidades! Afinal, agora temos o nome de nosso Pai celestial para zelar e sua vontade para obedecer. Jesus disse que não são os que o chamam de “Senhor! Senhor!” que entrarão no reino dos céus, mas “aquele que faz a vontade de meu Pai” (Mt 7.21). E lembremos: ele também é o “Pai nosso…”.

Muitos há nos arraiais evangélicos que oram e cantam dirigindo-se a Deus como Pai, mas vivem como se fossem totalmente estranhos à família de Deus. Sobre os tais, o próprio Deus pergunta: “O filho honra o pai, e o servo o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra?” (Ml 1.6). Pode um crente que vive em sensualidade, avareza, idolatria, jogatinas, gula, e que não se interessa pela oração, pelo estudo da Palavra, pela comunhão com a igreja do Senhor, pode tal crente tratar a Deus como Pai? Onde está a honra devida ao Senhor? O marido é infiel à sua esposa, a esposa é negligente no cuidado da casa, os pais maltratam seus filhos, os filhos desobedecem seus pais… podem os tais dirigirem-se a Deus como “Pai nosso”? Ou será que tais religiosos, a exemplo dos judeus nos dias de Jesus, ouviriam o Senhor lhes repreender dizendo: “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai” (Jo 8.44)?

Todo crente, adotado por Deus como filho seu, deve honrar esta privilegiada posição que alcançou pela infinita graça do Senhor. Devemos:

– Honrar o sangue de Cristo com que fomos santificados

– Zelar pelo Espírito pelo qual fomos habitados

– Obedecer ao Pai que graciosamente nos recebeu como filhos

– Amar e servir à família de Deus, que é a Igreja de Cristo

III. ADOÇÃO PLENA NO FUTURO

Falando sobre um aspecto futuro da adoção, Paulo diz: “E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo” (Rm 8.23). Óbvio que Paulo não está dizendo que não já temos a adoção, pois sim, a temos. Somos filhos de Deus agora pela fé em Cristo. Entretanto, neste versículo Paulo está ressaltando o caráter pleno, final, o ponto mais elevado da nossa adoção: a redenção do nosso corpo, ou seja a ressurreição para vida eterna!

O apóstolo João fala deste assunto assim: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos” (1Jo 3.2). Quando este dia maravilhoso chegar, então nós que hoje somos semelhantes a Adão, passíveis de pecado e fraqueza, seremos feitos plenamente semelhantes a Jesus, perfeitamente moral e perfeitamente unido ao Pai. Como bênçãos desta redenção final, teremos:

– um corpo glorificado, não mais sujeito à fraqueza física, moral e espiritual (1Co 15.52-54)

– um relacionamento mais sublime com o Pai, a quem veremos face a face (Mt 5.8)

– morada celeste na “casa do Pai”, junto à Jesus Cristo (Jo 14.1-3)

Para concluir o estudo desta Lição, deixo abaixo um subsídio que postei em minha página do Facebook esta semana.

“espírito de adoção” ou “Espírito de adoção”?

Uma curiosidade importante sobre o nosso Texto Áureo, que se repete na Leitura Bíblica em Classe da nossa próxima Lição da Escola Dominical (Lição 11 – Adotados por Deus. CPAD), é o texto de Romanos 8.15, que diz assim: “Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai” (versão Almeida Corrigida – a versão oficial usada pela CPAD).

Agora, peguem este mesmo versículo e leiam-no em diferentes versões, como sempre recomendo que professores façam. Leiam, por exemplo, nas versões Almeida Atualizada, Corrigida Fiel, Almeida Século 21, Almeida Revista e Atualizada Nova Edição, Bíblia de Jerusalém, Bíblia King James, NVI e NTLH. Vocês perceberão uma diferença especialmente na tradução da expressão “mas recebestes o espírito de adoção de filhos”. Algumas versões traduziram “espírito de adoção” com “e” minúsculo (referindo-se a um espírito humano revitalizado que é ingresso na família de Deus), outras traduziram “Espírito de adoção” com “E” maiúsculo (referindo-se ao Espírito Santo que ingressa o crente na família de Deus).

Duas razões me levam a crer que “Espírito de adoção” é a melhor tradução neste caso:

  1. O texto fala de um Espírito recebido, que não é aquele que já temos. Este é o Espírito da regeneração prometido nos dias dos profetas (Ez 36.27; 37.14), e pelo próprio Senhor Jesus (Jo 14.26; 15.26; 16.7), e que foi soprado por Jesus sobre seus discípulos quando Ele em seguida disse: “Recebei o Espírito Santo” (Jo 20.22)
  2. O contexto imediato, no versículo 16 de Romanos 8, Paulo diz que “O mesmo [ou o próprio] Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus”. Noutras palavras, o Espírito de adoção que recebemos, é o mesmo Espírito que testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Num contexto remoto, mas correlato, de Gálatas 4.6, onde Paulo trata deste mesmo Espírito de adoção, ele escreve de modo muito semelhante a Romanos 8.15. Veja o que ele diz: “E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai” (versão Almeida Corrigida). Neste caso, todas as versões bíblicas traduziram por “Espírito”, referindo-se ao Espírito Santo.

Esta tradução “Espírito de adoção” (usada pela NVI, Almeida Atualizada Nova Edição, King James, Corrigida Fiel) reforça a verdade de que não só recebemos vida do Espírito, mas recebemos o próprio Espírito de vida. Não recebemos apenas a adoção do Espírito, mas o Espírito que estabelece a adoção, como um Juiz que autoriza a adoção num tribunal. Como sempre digo, o Espírito de Deus em nós é o DNA de Deus, que comprava que somos de fato filhos do Deus altíssimo. “se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele”, diz Paulo no mesmo capítulo 8 de Romanos (v. 9).

Portanto, creio que de fato é “Espírito de adoção” e não “espírito de adoção”. É o próprio Espírito Santo que não externamente nos declara filhos adotados, mas que internamente nos torna filhos adotados, quando recebemos a Cristo pela fé. Não à toa Paulo o chama de “Espírito de Cristo”, em Gálatas. Quando Cristo se referia ao Espírito Santo que haveria de ser dado aos que nele cressem, ele disse assim: “Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre” (Jo 7.38. Conf. v. 39). Aliás, aqui está uma diferença interessante entre Justificação e Adoção: é que na Justificação, Deus externamente nos declara justos; enquanto que na Adoção Deus internamente nos faz filhos.

Louvemos a Deus por sua tão maravilhosa graça!

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REFERÊNCIAS

(1) Novo Dicionário de Teologia Bíblica, Vida, p. 546

(2) Dicionário Vine, 7 ed., CPAD, p. 374

(3) Henry Thiessen. Palestras Introdutórias à Teologia Sistemática, Impressa Batista Regular do Brasil, p. 267

(4) Walter Brunelli. Teologia para Pentecostais, vol. 3, Central Gospel, p. 359

(5) Dicionário Vine, op. cit., p. 360

(6) Dicionário Bíblico Wycliffe, CPAD, p. 30

(7) Guy Duffield e Nathaniel Van Cleave. Fundamentos da Teologia Pentecostal, vol. 1, Editora Quadrangular p. 324,5

(8) Guy Duffield e Nathaniel Van Cleave. Op. cit., p. 325

(9) Jacó Armínio. As Obras de Armínio, vol. 1, CPAD, p. 47



Tiago Rosas

Tiago Rosas

Presbítero da Assembleia de Deus em Campina Grande-PB. Coordenador de Escola Bíblica Dominical. Autor do livro A Mensagem da cruz: o amor que nos redimiu da ira.


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