Base Nacional Curricular: não querem alfabetizar seu filho; apenas doutriná-lo

O importante é ensinar para meninos e meninas que gênero sexual não existe e que eles podem dividir o banheiro sem nenhum constrangimento.


Não querem alfabetizar seu filho; apenas doutriná-lo

Não é surpresa o fato de que os nossos estudantes são os mais “politizados” do mundo e, ao mesmo tempo, se revelam os mais incompetentes em operações básicas de Matemática, iletrados e insuficientes em conhecimentos de Geografia e História.

Todos os exames internacionais atestam que os estudantes brasileiros estão entre os mais atrasados do mundo em todos os campos de conhecimento, sob qualquer ponto de vista, considerando qualquer parâmetro de análise de evolução intelectual.

Os engenheiros sociais de Brasília trabalham arduamente para emburrecer nossos jovens e doutriná-los de acordo com as últimas teorias sobre sexualidade concebidas por militantes disfarçados de especialistas em suas torres de marfim que chamamos de universidades.

A última cartada dos fazedores de idiotas diplomados é a tentativa de criação de um sistema nacional e centralizado de educação por meio da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), um expediente que, registre-se, é flagrantemente inconstitucional.

A Constituição e a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) vetam qualquer possibilidade de criação de um sistema de educação centralizado, determinando que os municípios e estados tenham autonomia para gerir seus sistemas próprios de educação.

Goela abaixo

Mas o respeito pela lei e pela Constituição nunca foi o forte dos engenheiros sociais, muitos deles lotados no Ministério da Educação do governo Temer. Eles querem controlar cada aspecto da educação sem passar pelo filtro das comunidades e dos pais dos alunos.

Sem surpresas, BNCC é mais uma plataforma de doutrinação ideológica que visa desconstruir toda a educação moral que crianças e adolescentes recebem de seus pais.

Em sua face mais hedionda, a Base Nacional Comum Curricular é mais uma tentativa canalha de enfiar a Ideologia de Gênero goela abaixo nos estudantes de todo o Brasil.

Todo o lixo ideológico que barramos nos Planos Municipais de Educação (PME’s) está de volta agora e de maneira multidisciplinar: da aula de Artes até a aula de História, basicamente, todas as disciplinas terão de abordar a temática de gênero nas salas de aula.

Neste vídeo do Centro dom Bosco você pode entender em pormenores o grau de comprometimento ideológico da BNCC, assim como a inconstitucionalidade da proposta que, na prática, cria um sistema centralizado de educação nacional.

MEC não se importa em alfabetizar crianças

Ao mesmo tempo em que dá total importância à promoção da Ideologia de Gênero, o MEC admite, publicamente, que não está muito interessado na alfabetização das crianças.

Em entrevista à rádio Jovem Pan, o representante do Conselho Nacional de Educação, Cesar Callegari, explicou que “a antecipação da alfabetização de crianças ficará de fora da versão final da Base Nacional do Ensino Infantil e Fundamental” porque:

“Nós já aprendemos, a ciência nos ensinou, que talvez um grande mal que podemos fazer nas nossas crianças é produzir um estresse tóxico. propor objetivos e metas que elas têm dificuldade em atingir”.

Ou seja, o Conselho Nacional de Educação, que revisa a proposta do MEC, entende que a alfabetização é um processo que exige demais das crianças e deve ser deixado de lado.

Alfabetização não interessa. O importante é ensinar para meninos e meninas que gênero sexual não existe e que eles podem dividir o banheiro sem nenhum constrangimento.

É isso: não querem alfabetizar seu filho; apenas doutriná-lo!

Não importa dar-lhe os subsídios para que ele conquiste a autonomia intelectual. O que importa é transformá-lo em um semianalfabeto politicamente correto, repetidor de chavões progressistas, enfim, uma réplica ainda mais iletrada de militante esquerdista.

Quando perguntarem o que está errado com a BNCC, você já sabe resposta: tudo!



Thiago Cortês

Thiago Cortês

Thiago Cortês é formado em Sociologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Ele escreve em seu blog (*) e tem artigos publicados nos sites Mídia Sem Máscara e Reaçonaria.

* https://thiagocortessite.wordpress.com/


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