Lição 12 – Exortações finais na grande maratona da fé

Subsídio para a Escola Bíblica Dominical da Lição 12 do trimestre sobre “A supremacia de Cristo”


Exortações finais na grande maratona da fé

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INTRODUÇÃO

Com a graça de Deus chegamos ao final de mais um trimestre. Estivemos procedendo um estudo da carta aos Hebreus capítulo a capítulo, compreendendo tanto o contexto religioso em que a carta foi escrita, como as suas referências históricas, especialmente os personagens ou elementos da Antiga Aliança e as aplicações práticas de tudo isso para uma igreja cristã iniciante que necessitava de fé para prosseguir na caminhada. Cristo foi exaltado em cada capítulo do livro bíblico e em cada aula dominical destes três primeiros meses de 2018. Mas nesta última Lição, Cristo Jesus ainda se mantém como uma referência para o nosso estudo dominical, quando estaremos examinando as últimas exortações nos dois capítulos finais da Carta aos Hebreus. Cristo que já fora apresentado como maior que os anjos, maior que Moisés, maior que a Lei e o antigo pacto, é agora apresentado como o “autor e consumador da fé” (Hb 12.2), cujos passos somos chamados a seguir, mesmo que debaixo de grande aflição, mesmo tendo que derramar nosso sangue em martírio como prova de nossa fé!

Sem dúvidas, estamos diante de um estudo enriquecedor da Palavra de Deus! Boa aula.

I. A CORRIDA PROPOSTA

Chegamos ao que os comentaristas da Bíblia chamam de “o clímax” do capítulo 11, ou seja, o ponto mais elevado e o desfecho da galeria dos heróis da fé de que o autor de Hebreus acabara de falar. Depois de falar de muitos ícones da fé do passado que estão postos como uma referência para nós, o autor de Hebreus inicia o capítulo 12 dizendo que em razão de estarmos rodeado de tão grande nuvem de testemunhas, devemos nós também deixar todo peso ou embaraço e ainda o pecado que tão de perto nos rodeia para correr com perseverança a carreira que nos está proposta, fitando nossos olhos em Jesus.

Bem, já antecipamos em nosso estudo da Lição passada, que esta “nuvem de testemunhas” não se refere aos ímpios que nos observam de fora, no mundo, hoje. Antes, é uma referência aos servos e servas do Senhor, que “foram antes de vós” (Mt 5.12). Foram eles, os homens e mulheres de fé, que “alcançaram testemunho” (Hb 11.2), e, mediante o sacrifício de suas vidas, deram prova de que eram fiéis testemunhas do Senhor (At 1.8). Isso não significa, como alguém possa sugerir, que os heróis da fé estão lá no céu olhando pra nós e gritando: “Vamos! Vamos! Vamos!”, torcendo por nossa vitória e vibrando por nossas conquistas ou mandando-nos alguma energia espiritual. Não! David Peterson nos esclarece o significado desta “nuvem de testemunhas” que está a nos rodear: “Não devemos imaginar a grande nuvem de testemunhas no cp. 11 como espectadores num anfiteatro, torcendo e nos animando na corrida da fé”, e então Peterson cita Moffat: “O que nós vemos neles, e não o que eles veem em nós, é que é o ponto principal do autor”. Peterson prossegue: “Eles são testemunhas (gr. martyres) da fé verdadeira para nós porque Deus ‘testemunhou’ (…) da fé que eles tinham nas páginas da Bíblia. Eles demonstraram a natureza e a possibilidade da fé para os crentes em todas as gerações. Como competidores numa corrida, devemos olhar para o exemplo deles para encorajamento” (1).

A figura comum, especialmente no capítulo 12, é a de uma corrida típica dos jogos gregos (de quem vêm as Olimpíadas). O autor, como Paulo também costumava fazer (Conf. 1Co 9.24-27; 2Tm 2.5), traz a ilustração da corrida de atletismo para falar de uma realidade espiritual:

  1. devemos estar bem treinados espiritualmente, inclusive suportando a disciplina do Senhor (12.7-11)
  2. temos que abrir mãos dos excessos de peso (Hb 12.1: “todo embaraço”)
  3. não podemos nos distrair com o pecado em volta de nós (12.1: “pecado que tão de perto nos rodeia”)
  4. precisamos tomar tanto os heróis da fé do passado (cap. 11), quanto nossos pastores e guias ou líderes espirituais (13.7,17), e ainda especialmente nosso Senhor Jesus (12.2-3), como referenciais de uma corrida bem-sucedida.

E uma última lição nesta metáfora da maratona: como não estamos competindo com nossos irmãos para chegar na frente deles e disputar lugar no pódio (“apenas um ganha o prêmio” – 1Co 9.24), antes, corremos ao lado deles no objetivo de sermos todos vencedores com Cristo (Ap 3.21), então não devemos descuidar no auxílio aos demais “corredores” que se demonstrarem fracos ou cansados no meio da maratona da fé (12.12-15). Eles não são nossos adversários, mas companheiros de corrida! Em razão disso devemos “levar as cargas uns dos outros” (Gl 6.2) e “não buscar o seu próprio bem, mas si o dos outros” (1Co 10.24).

II. CORREDORES BEM TREINADOS

Não existe atleta sem disciplina. No contexto secular, o atleta precisa dormir bem (nem de mais, nem de menos), precisa ter uma dieta rigorosa e saudável, nutrindo-se daqueles alimentos que podem lhe ajudar a recompor as energias gastas e a fortalecer sua musculatura, e evitar excesso de alimentos gordurosos, bebidas alcoólicas e até remédios sem a devida indicação médica. Não poucos atletas têm sido impedidos de participar de importantes competições esportivas e outros até sendo banidos dos esportes por serem pegos no exame antidoping, quando substâncias impróprias são descobertas no organismo. Há também os casos de outros que tiveram até que devolver medalhas quando se descobriu que a vitória foi conquistada mediante uma “ajudinha” dos anabolizantes. Há ainda aqueles que são expulsos dos esportes devido graves desvios morais ou crimes confirmados em tribunal. Pois bem, tudo isso traz lições à vida espiritual, e o autor da carta aos Hebreus as tem em mente:

1. É necessário se respeitar os limites. Deixemos os embaraços! Não caiamos na tentação do pecado que tão de perto nos rodeia! (12.1) Vivamos em paz com seus irmãos e busquem ansiosamente a santificação! (12.14) – são imperativos que devem ser obedecidos sob pena de o maratonista da fé ser pego no exame antidoping da alma! Quando se passa dos limites da paz, se adentra no terreno da contenda e da inveja amarga; quando se passa dos limites da santidade, se cai no precipício da imoralidade e da perversão do pecado. Caim rompeu os limites que Deus estabelecera para ele e veio então a se tornar o assassino de seu irmão mais novo. Davi extrapolou os limites e cometeu o pecado de adultério com Bate-Seba e ainda assassinou o marido dela. Salomão ignorou as linhas que demarcavam o trajeto de seus passos, e então acumulou muitos pecados em sua velhice, desviando-se da sabedoria que Deus lhe dera para ceder à luxúria e a idolatria de suas mulheres. Talvez o pior de todos os casos seja o de Judas, o apóstolo que traiu Jesus, preferindo entregar-se à avareza de seu coração ao invés de subjugá-la para permanecer fiel ao lado de Cristo. Temos que vigiar nossos limites! Paulo fala de sua própria disciplina, e creio que estas palavras devem também nos inspirar para uma carreira vitoriosa: “Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado” (1Co 9.27).

2. É necessário ter um corpo saudável e uma mente limpa. O maratonista não pode correr com excesso de peso, senão poderá enfartar no caminho. Não pode também estar com a mente cheia de preocupações, ansiedades e estresse, pois isso prejudicaria seu desempenho e talvez até o impediria de completar a corrida. Na corrida da fé não é diferente: somos templo e morada do Espírito Santo (1Co 6.19) e precisamos estar sempre na medida certa para que nossa caminhada não sofra impedimentos. Até mesmo uma ofensa cometida contra a esposa, se não tratada mediante o perdão e a reconciliação, pode impedir das orações do marido chegarem a Deus (1Pe 3.7). Irmãos desunidos precisam primeiro se reconciliar com Deus, antes de oferecerem suas ofertas ao Senhor (Mt 5.23,24). A mente do crente precisa ser constantemente vigiada e uma faxina diária deve ser feita pela oração, pela Palavra e pelo arrependimento genuíno. Até mesmo nossos pensamentos à noite, quando dormimos, são examinados por Deus! (Sl 17.3). Portanto, que nenhuma raiz de amargura encontre lugar no solo de nossos corações para perturbar a igreja do Senhor (Hb 12.15), antes, sirvamos ao Senhor com a consciência limpa, e vivamos de maneira honrosa em tudo (Hb 13.18).

3, É necessário valorizar as recompensas espirituais. Esaú, irmão de Jacó, é citado no capítulo 12 (vv. 16,17) como um mau exemplo de alguém que desprezou uma grande dádiva: o direito de primogenitura. Por uma simples refeição num momento de fome – nem só de pão viverá o homem! (Dt 8.3) – Esaú “vendeu os seus direitos de herança como o filho mais velho” (v. 16, NVI). Nem mesmo com lágrimas Esaú pode recuperar este direito posteriormente! Percebe-se que ao mesmo tempo em que o autor de Hebreus vai finalizando sua carta com palavras de esperança, estímulo e consolo, ao mesmo tempo ele não se furta ao dever de continuar exortando e advertindo seu público leitor, sobre a gravidade do abandono da fé e a entrega à devassidão do coração. O comentarista da Lição, Pr. José Gonçalves, traz um comentário prático muito pertinente aqui: “A indiferença religiosa conduz à apostasia espiritual e, muitas vezes, fica tarde para se arrepender”. Então temos diante de nós: o bom exemplo dos heróis da fé, de nossos líderes espirituais, e do próprio Senhor Jesus; por outro lado, temos o mau exemplo de Esaú, além dos judeus de quem Hebreus falou outrora, que pela rebeldia de seus corações não entraram na terra prometida. Que exemplo iremos tomar para nós? “Amado, não sigas o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus” (3 Jo 1.11). Embora tendo a promessa de herdar uma pátria terrena, os heróis da fé buscavam “a cidade que tem alicerces, cujo arquiteto e edificador é Deus” (Hb 11.10, 14-16); embora tendo a proposta de serem príncipes deste mundo, preferiram o vitupério neste mundo para receber a glória incorruptível de Cristo (Hb 11.24-26). Mas parece que hoje estamos correndo na direção contrária: tendo a promessa da pátria celestial, preferimos a terrena; tendo a glória de Cristo proposta para nós no além, preferimos a glória perecível dos homens aquém. Que estas palavras de Deus ecoem em cada classe neste próximo domingo: “Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus” (Cl 3.1). Os maratonistas da fé sabem que o fim de sua corrida não é aqui; a linha de chegada que tanto almejamos ver e as recompensas imperecíveis que lutamos por alcançar se encontram lá, na nova Jerusalém celestial!

“Sim, eu porfiarei, por esta terra d’além,

E lá terminarei as muitas lutas d’aquém;

Lá está meu bom Senhor, a qual eu desejo ver,

Ele é tudo pra mim, e sem ele eu não posso viver”

(Harpa Cristã, hino 3)

III. A CORRIDA FINAL, EXORTAÇÕES FINAIS

Muitas recomendações são deixadas pelo autor da carta aos Hebreus nos dois últimos capítulos, entretanto, para fins pedagógicos a nossa Lição ressalta três:

1. Valorizar a liderança. Não são só os gigantes da fé do passado, cujos nomes estão registrados na Bíblia, a quem devemos lembrar com honras e seus passos justos imitar. Hebreus nos diz que devemos lembrar dos nossos guias espirituais, que nos falaram a palavra de Deus (13.7) e obedecer aos nossos líderes, submetendo-nos à autoridade deles, já que zelam por nossas almas e prestarão contas a Deus (13.17). Noutras palavras, há um número incalculável de heróis e heroínas da fé, muitos deles bem perto de nós: pastores, professores de escola dominical, evangelistas, dirigentes de círculo de oração, homens e mulheres íntegros, santos e fiéis, cujo procedimento correto somos chamados a imitar. Num contexto atual onde o desigrejamento tem sido uma alternativa escolhida por muitos, para fugir das responsabilidades de submeter-se a uma liderança, a carta aos Hebreus está longe de compactuar com crentes desligados de igreja, membros do corpo pretendendo sobreviver sozinhos em casa à base de cultos virtuais pela internet. Precisamos de pastores e precisamos de rebanho. Pastores da internet não nos servem a ceia do Senhor, não visitam nossas casas quando estamos enfermos, não nos disciplinam quando erramos, nem nos abraçam quando precisamos de um afago para acalentar a alma. São nossos pastores e lideranças locais que fazem isso por nós!

2. Valorizar a doutrina. Hebreus nos instrui a não nos deixar levar por doutrinas estranhas (13.9). Agora, não saberemos se uma doutrina é estranha ou não a menos que conheçamos a autêntica doutrina! Muitos crentes estão sendo levados em redor por todo vento de doutrina (Ef 4.14) porque não conhecem as Escrituras (Mt 22.29) e são lentos para aprender (Hb 5.11). Muitos crentes vivem de louvorzão em louvorzão, de vigilhão em vigilhão, de festão em festão, mas não tem interesse sincero por gastar horas a sós com a Bíblia, ou sentado numa classe de Escola Dominical, ou ocupado com a leitura de um bom livro doutrinário. Há muitos crentes ávidos por emoções, mas preguiçosos para reflexões! Daí o que dizia o Pr. Antônio Gilberto: haver entre nós um grande número de “retardados espirituais” (2), crentes desnutridos na alma e crentes facilmente removíveis de sua posição espiritual. Esta palavra é dura, admito, mas “peço-lhes que suportem a minha palavra de exortação” (Hb 13.22). Chega da igreja ser enfeitada e não ser santificada, ser alegrada e não ser exortada, ser animada, mas não ser edificada! Chega de escolas dominicais vazias, e festas abarrotadas de gente! Chega de cantorias intermináveis no culto ao preço de pregações espremidas perto das 9 horas da noite! E chega de pregações emocionalistas também, fabricadas às pressas nas quinquilharias do pragmatismo religioso! Unamos ao nosso fervor pentecostal profunda reflexão teológica – queixa essa do teólogo pentecostal inglês Donald Gee (3), ainda na primeira metade do século 20. Quanto às nossas escolas dominicais, que professores, superintendentes e pastores (especialmente pastores!), ouçam esta palavra: “força o povo a entrar, para que a minha casa se encha” (Lc 14.23). Não durmamos no ponto, não sejamos vagarosos nem indiferentes. Valorizemos a doutrina do Senhor! “Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Os 6.3).

3. Valorizar a adoração. Deus deve ser adorado de modo agradável (12.28), através do louvor de nossos lábios (13.15), mas também através de nossas boas obras e de nossa benevolência para com nossos irmãos necessitados (13.16), pois “de tais sacrifícios Deus se agrada” (Hb 13.16). Embora os sacrifícios do antigo testamento tenham se tornado obsoletos, como tanto argumentou o autor da carta aos Hebreus, não deixamos de oferecer a Deus sacrifícios diariamente, sendo estes agora muito mais espirituais, e não mais presos às normas da Lei de Moisés, mas dirigidos pelo Espírito de Deus em conformidade com a doutrina cristã esposada pelos santos apóstolos do Senhor. De forma pedagógica, coloco as três formas de adoração legítimas do cristão, conforme o texto em apreço:

A) ADORAÇÃO EM PALAVRAS (“fruto de lábios que confessam o seu nome” – 13.15) – Aqui se incluem todas as formas de adoração oral: oração, louvor, pregação bíblica e cristocêntrica, testemunho das maravilhas de Deus, adoração em outras línguas.

B) ADORAÇÃO NA PRÁTICA COTIDIANA (“em toda boa obra, para fazerdes a sua vontade…” – 13.21) – aqui se incluem todo nosso procedimento do dia a dia, em que devemos agir sempre como filhos de Deus. Em casa, no trabalho, nos estudos, na fila da padaria pra comprar pão, na rua dirigindo o carro, em festa de casamento… em todo lugar e a toda hora devemos estar fazendo a vontade de Deus! Isto é adorar ao Pai em espírito e em verdade (Jo 4.23,24). Aliás, já dizia A.W. Tozer, que “Só podemos dizer que cremos quando passarmos a agir de acordo com essa certeza. Quando alinhamos nossa vida à fé em Cristo, tornamo-nos servos dEle. Porém, se os nossos atos não condizem com o que professamos, não podemos ser chamados cristãos” (4). Crer e viver: eis aí o binômio de todo genuíno cristão!

C) ADORAÇÃO NOS ATOS DE BENEFICÊNCIA (“fazer o bem e repartir com os outros” – 13.16, NVI) – Aqui se inclui todos os atos de bondade que o crente deve praticar em favor de todos, mas especialmente pelos “domésticos da fé” (Gl 6.10). Inclui: a hospitalidade, que é receber e tratar bem as pessoas (13.2); visitar os presos, especialmente aqueles encarcerados por causa do Evangelho (13.3, e quando não pudermos visita-los, enviar-lhes a assistência devida); dar assistência aos famintos, enfermos e desabrigados, e não nos esquecermos dos estrangeiros que necessitarem de nosso socorro (Mt 25.42-46). Quando contribuímos com nossos dízimos e ofertas, quando contribuímos com missões, quando ofertamos para algum missionário, quando tomamos parte em campanhas para arrecadação de alimentos e outros donativos, estamos nisso também demonstrando adoração a Deus, pois Ele se agrada destas coisas, uma vez que o amor ao próximo é o segundo grande mandamento em que se resume todos os demais.

CONCLUSÃO

Minha última palavra para esta lição, e não só para ela, mas para todo o trimestre é: “Agora que vocês sabem estas coisas, felizes serão se as praticarem” (Jo 13.17). Deus nos ajude a viver a verdadeira fé que se traduza em boas obras, como dizia Tiago. Que permaneçamos firmes no Senhor, e que prossigamos a nossa maratona da fé, com firmeza, jamais recuando nem nos deixando atrapalhar pelas tentações em nossa volta. Prossigamos “olhando firmemente para Jesus” (Hb 12.2). E que ao fim da nossa prova, possamos com convicção e serenidade, dizer como Paulo, “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2Tm 4.7). Somente para estes estará preparada a coroa da justiça! Avante, irmãos, Avante!

REFERÊNCIAS

(1) David Peterson. Comentário Bíblico Vida Nova, Vida Nova, p. 2023

(2) Antônio Gilberto. Teologia Sistemática Pentecostal, CPAD, p. 185

(3) Donald Gee. Citado por Rick Nañez em Pentecostal de coração e mente, Vida, p. 118

(4) A.W. Tozer. Experimentando a presença de Deus: ensinamentos da carta aos Hebreus, Graça Editorial, p. 65



Tiago Rosas

Tiago Rosas

Presbítero da Assembleia de Deus em Campina Grande-PB. Coordenador de Escola Bíblica Dominical. Autor do livro A Mensagem da cruz: o amor que nos redimiu da ira.


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