Ação do governo Dilma contra Israel é prova da tendência a anarquia e ao desrespeito petista

Este governo acostumou-se a flertar com terroristas, ditadores, golpistas, a negociar com governos ditatoriais, dar apoio a facínoras que investem...


Este governo acostumou-se a flertar com terroristas, ditadores, golpistas, a negociar com governos ditatoriais, dar apoio a facínoras que investem mais em bombas atômicas do que em saúde, educação e infraestrutura para o povo. Ao invés de canalizar recursos para mudar o estado de miséria, concentram-se em oprimir os povos. Este é o tipo de pessoa que o governo petista se relaciona.

Ao longo dos anos posaram para fotografias ao lado de ditadores e terroristas. Fizeram negociações obscuras com golpistas latino-americanos, concederam abrigo a assassinos, trocaram apertos de mãos com terroristas e negaram-se a condenar massacres e atos vergonhosos em todo o mundo.

Falo caros leitores, da nota divulgada pelo Itamaraty – para vergonha dos brasileiros – contra a ação de Israel na Faixa de Gaza.  Na nota o Ministério das Relações Exteriores demonstra um evidente despreparo para a política externa. Leia a nota:


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O Governo brasileiro considera inaceitável a escalada da violência entre Israel e Palestina. Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças.

O Governo brasileiro reitera seu chamado a um imediato cessar-fogo entre as partes.

Diante da gravidade da situação, o Governo brasileiro votou favoravelmente a resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre o tema, adotada no dia de hoje.

Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi chamado a Brasília para consultas.

Como eu disse, nosso governo está acostumado a flertar com ditadores e islâmicos extremistas. Não por acaso, aliou-se com o que há de pior na geopolítica mundial. Basta ver que a nota emitida não menciona uma única vez os mísseis lançados pelos terroristas do Hamas.

O ministério israelense respondeu imediatamente a nota irreverente emitida pelo governo brasileiro. “Esta é uma demonstração lamentável porque o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um ‘anão diplomático’”, disse o porta-voz do Ministério do Exterior, Yigal Palmor.

E é exatamente isso que o Brasil se tornou, um “anão político”. Mas não apenas no campo das relações exteriores, mas também em outras áreas em que o Partido dos Trabalhares (PT) teve seu braço estendido.

É evidente que não somos favoráveis a morte de civis, as guerras, nem tão pouco ao uso da força militar. Mas não podemos escolher o lado do terror – imposto pelo Hamas – e ignorar a soberania de Israel.

Tanto o Hamas, como também a Jihad Islâmica, são grupos terroristas. E é preciso lembrar que mesmo a Autoridade Palestina, reconhecida internacionalmente como governo legal dos palestinos, apoia as ações de violência e terror promovidas por estes grupos.

Ou seja, mais uma vez o Itamaraty está do lado errado. Ignora que os militantes do Hamas utilizam crianças como escudo humano, escondem armas em escolas das Nações Unidas, mosteiros e embaixadas. Além disso, preferem investir seus recursos em armamento e construção de túneis clandestinos ao invés de se preocupar com melhorias na situação extrema que o povo palestino vive.

Enquanto Israel tenta defender seu povo e dar fim ao terror imposto por estes terroristas, eles usam o povo como escudo e protegem suas armas com o próprio povo. Até mesmo países árabes, como o governo do Egito, condenam a investida do Hamas contra Israel, principalmente por desrespeitar o feriado do Ramadan lançando foguetes contra Israel.

Ironicamente, o governo brasileiro decidiu criticar Israel justamente em um momento de resposta legítima contra as investidas destes terroristas. Reitero: não concordamos que seja necessário o extremo do uso de força militar, gostaríamos que houvesse uma solução pacifica. Mas não devemos responsabilizar Israel por agir legitimamente em defesa de seu povo.

Chego a me questionar se a moral do governo brasileiro não é apenas ideológica. Sim, pois o PT – e seus aliados de esquerda – não escondem sua aversão à cultura judaico-cristã. Talvez por isso acusem Israel de cometer um crime de guerra ao afirmar que suas ações em Gaza resultam no “elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças”.

Justamente o PT, que se cala ante a presença de ditadores e islâmicos extremistas, agora se dizem preocupados com o número de vítimas civis? Por que não se manifestam sobre o avião que – ao que tudo indica – foi abatido com míssil disparado de um armamento Russo em posse de separatistas na Ucrânia?

Após essa nota indigesta, o Itamaraty tornou-se responsável por cada civil morto na Faixa de Gaza. Sim, pois ao invés de criticar os terroristas que usam escudo humano para proteger o arsenal de armas, criticam Israel que utiliza do seu direito legal para proteger seu território da investida do Hamas.



Marco Feliciano

Marco Feliciano

Apresentador do programa Marco Feliciano, presidente da Igreja Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, Conferencista Internacional com bacharelado em Teologia e doutorado em Divindade, cantor, escritor e Deputado Federal.


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