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Jean Wyllys, Magno Malta, o aborto legal e uma fraude sistemática

A proposta de legalização do aborto no Brasil, encaminhada pelo deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), é uma dura afronta à cultura...


A proposta de legalização do aborto no Brasil, encaminhada pelo deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), é uma dura afronta à cultura religiosa deste país. O parlamentar quer que o aborto seja legal até 12 semanas de gestação e que o procedimento seja garantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) se a mulher assim o quiser.

A proposta foi abraçada pelo senador petista Paulo Paim, que é presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, ele anunciou que pretende promover um “amplo debate” sobre a proposta de interrupção da gravidez até a 12ª semana de gestação. Porém, o relator atual da sugestão na CDH é o senador evangélico Magno Malta, que milita contra a legalização do aborto no Brasil.

A legalização do aborto é um tema caro aos progressistas, como foi o caso do Supremo Tribunal Federal, que atropelou a Constituição no caso do aborto de anencéfalos, este servia apenas como mero pretexto, segundo expôs Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, em entrevista ao Globo.

Barroso chegou a citar como exemplo o ocorrido nos EUA em 1973, quando uma farsa foi montada em torno da história de uma mulher que alegava ter sido estuprada para obter o direito ao aborto legal, uma grande farsa sob instrução e manipulação dos advogados e financiamento de uma revista. Como o filho nasceu antes do término do processo ela deu o menino para adoção, como parte da guerra de propaganda, mas se arrependeu profundamente mais tarde, afirmando ter cometido o maior erro de sua vida, confessando nunca ter sido estuprada coisa nenhuma.

Wyllys se diz o guardião das minorias, mesmo com um comportamento que envergonha qualquer classe. E pelos chamados “direitos de minorias” promove uma fraude, uma farsa sem tamanho. A militância pró-aborto gosta de mentir sobre o número de mulheres mortas em abortos clandestinos – como se fosse possível chegar a um número a eliminação dos fetos.

O objetivo é simples e claro, as bandeiras progressistas sempre tentam costurar remendos novos em trapos velhos para tentar passar uma razão moralmente justificável. Por isso, eles afirmam que morriam, a cada ano, 200 mil mulheres vítimas de aborto. Especialistas negam, afirmam não passar de duas mil as mortes em decorrência da gravidez — e o aborto, natural ou espontâneo, responde por 5% desse total.

A farsa ganha proporções catastróficas quando se afirma que se faz 1,5 milhão de abortos clandestinos por ano no Brasil. Como chegaram a estes números? Tudo fantasia, uma matemática jogada ao vento.

Se depender do deputado Jean Wyllys o aborto será legalizado sob teses questionáveis. “Precisamos tornar essa pauta uma política pública, independente de ser contra ou a favor da interrupção voluntária da gravidez indesejada”, defendeu Jean Wyllys.



Joel Engel

Joel Engel

Joel Engel é escritor, conferencista internacional, presidente do ministério Engel e ministra na área de avivamento há 30 anos no Brasil e Exterior.


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