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Masturbação – Em um mundo de fantasias faço o que quero e sou quem eu quiser!

Apesar da ciência incentivar e apoiar a masturbação, os males e destruição que essa prática acaba trazendo são infinitamente maiores do que muitas vezes podemos imaginar.


Masturbação - Em um mundo de fantasias faço o que quero

Meu nome é Luiza tenho 18 anos e sofro com o problema da masturbação e pornografia. Já não aguento mais, eu desejo ser liberta, sei que é pecado mais quando vem a vontade eu não consigo controlar. Preciso que me ajudem!  ————           

“Não sei ao certo quando começou, eu devia ter uns 11 ou 12 anos quando achei uma revista de sexo embaixo da cama do meu primo. Aquilo me chamou atenção e algo em mim despertou. Depois que descobri o que era masturbação achei o máximo. Fazia todos os dias. O tempo passou e isso virou algo tão comum em minha vida que não percebi que eu estava viciado nessa prática.

Não havia um dia se quer que eu não me masturbasse. No trabalho, em casa, banheiro em shopping. Minha mente era pervertida, tudo me excitava. Um dia cheguei a me masturbar o dia inteiro, não se espante.

Foi quando percebi que não dava mais. Procurei ajuda. Hoje com ajuda de Deus e acompanhamento espiritual tenho vencido. Confesso que tem dias que não é fácil, mas tenho me apegado na graça divina”.

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Antes de prosseguirmos, gostaria de te apresentar um conteúdo que pode lhe ajudar na luta contra a pornografia. Trata-se do Método 15P, método terapêutico que já ajudou centenas de pessoas a vencer o vício da pornografia e salvar seus casamentos. Clique aqui e saiba mais!

Apesar da ciência incentivar e apoiar a masturbação, os males e destruição que essa prática acaba trazendo são infinitamente maiores do que muitas vezes podemos imaginar. Da simples curiosidade a masturbação pode se tornar algo compulsivo e grave.  Esse mal tem atingido hoje homens, mulheres, líderes, pastores, arruinado casamente e distanciado as pessoas dos relacionamentos.

As maiorias das pessoas viciados em pornografia tornam-se também viciados em masturbação, pois traz uma sensação de prazer físico imediato.

Essa prática considerada sexo “solitário” tem aprisionado muitos no meio de nós, levando alguns a total dependência, tornando-se escravas do pecado e necessitando alguns de ajuda por meio de terapias para se livrarem desse mal.

“Eu hoje reconheço que necessito de ajuda! Não tem sido fácil lidar com isso e confesso que foi difícil entender que sou um viciado em masturbação.

Comecei quando ainda era novo, devia ter uns 11 anos. Vi umas revistas de mulheres nuas, depois conheci os filmes, as conversas na escola. Mas era coisa de criança, estava me descobrindo, conhecendo um mundo antes nunca visto. A sensação de prazer era algo muito bom!

O tempo passou, e com a revolução da internet descobri um novo mundo que me atraiu, me envolveu e até algum tempo atrás não havia conseguido sair dele. Meus pensamentos viviam conectado. Ao andar na rua, meus olhos sempre alertas para tudo que envolvesse sensualidade. Perdi o controle de mim!

Houve dias que me masturbava 6, 7 vezes no dia. Eu mergulhava em minhas fantasias alimentadas pela pornografia. Sempre dava jeito de acessar algo para alimentar minha compulsão. Corria pro banheiro no trabalho, me saciava e voltava. Bastava mais algumas horas, eu já estava lá de novo. Meus amigos do trabalho sempre me zoavam, dizendo que eu fugia por ser morcego e preguiça. Mal sabiam eles o que eu vivia fazendo.

Em casa eu me trancava no quarto e virava a noite nos vídeos mais sujos que você possa imaginar. Em estado normal, nunca que veria essas coisas.

Ao começar escrever isso minhas mãos suam e minha mente começa a pensar novamente. Mas eu decidi romper com isso. Minha vida parou por causa disso, perdi a comunhão com Deus e também com amigos, pois trocava os momentos de estar com Deus para estar mergulhado em meu mundo solitário da masturbação, e deixava de estar com amigos para estar com meus vídeos.

Hoje tenho sido acompanhado tanto por um líder como por um terapeuta, e as vitórias já tem sido grandes. Ainda permaneço lutando, mas tenho certeza que Deus irá me ajudar a livrar-me completamente.”         

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Alguns dizem que a masturbação é como uma “válvula de escape” alivio para as tensões, pressões, sobrecargas do dia a dia. Que a masturbação ajuda a compensar o tédio da rotina, das situações mal resolvidas, stress, dor emocional, sentimentos de rejeição, ansiedade e etc.

Partindo desse ponto que a masturbação esteja sendo utilizada como válvula de escape, conforto emocional temporário, prazer físico e compensação, onde está a fonte de excitação para tal ato?

Ninguém se masturba pensando nas estrelas do céu. É necessário um estímulo para se chegar ao orgasmo e a pessoa acaba buscando imagens e fantasias sexuais em suas mentes, e esse ciclo tende a aumentar cada vez mais as doses.

Em Filipenses 4:8 há uma advertência acerca dos nossos pensamentos: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo que é justo, tudo que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” 

Não há como separar o pensamento do ato da masturbação, pois estão conectados. Sem alimentar a mente não há como este se concretizar. Seguindo este ponto, é impossível a prática da masturbação aliada a um pensamento respeitável, de boa fama, e principalmente puro! A masturbação é pecado!

Jesus disse: “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela”. Jesus está confrontando a intenção do nosso olhar, do nosso coração.

Quando vemos uma mulher bonita, com curvas que chamam a nossa atenção, olhamos, admiramos, chegamos até elogiar em nosso intimo e basta.

Nesse processo podemos dizer que há a atração. Somos atraídos a querermos ir um pouco mais, a imaginar algo a mais. Porém se dermos espaço para a atração, entraremos no estágio da tentação, e o que passará a governar e nos conduzir ao pecado será a intenção do nosso coração. A intenção vai ceder a tentação e vai governar a atração. Por isto, o pecado passa a ser, uma questão de intenção e não de atração. O desejo sexual em si não é pecado. Não podemos ou devemos castrar nosso desejo, se fizermos isso viveremos frustrados e colocaremos em nós mesmo um fardo que agride nossa própria natureza. Atração sem uma intenção ilícita não tem nenhuma conotação pecaminosa. Podemos e devemos satisfazer nossa sexualidade dentro dos limites e propósitos estabelecidos por Deus.

Sejamos realistas, no processo da masturbação, danem-se os pensamentos, o que queremos naquele momento é satisfazer nossos desejos e nossa carne. Diante disso, o que importa não é o ato, mas a intenção do nosso coração, que é produzida em nossos pensamentos, cobiça, fantasias e imoralidade. Reproduzimos nos pensamentos aquilo que está no poço da nossa alma.

A masturbação é um sintoma de olhos não controlados e de pensamentos sem limites.

No mundo sexual fantasioso, somos quem quisermos ser e fazemos aquilo que queremos sem que ninguém nos diga o que é certo ou errado. Sem termos que dar satisfação para ninguém daquilo que fazemos.

Em nossas fantasias podemos ter quantas mulheres quisermos, realizar quantos fetiches desejarmos e o tipo de relação que quiser.

Para os que lutam contra os desejos homossexuais é a maneira de satisfazer a carne, sem se expor.

A verdade é apenas uma, mergulhamos em mundo secreto e podre onde não teríamos coragem de ir à vida real.

Trecho mais importante do depoimento de alguém viciado em masturbação e pornografia que foi publicado em um fórum do site da uol em junho de 2015:


“Cara, só me dei conta disso agora. Eu não conseguia parar. Desde que eu me viciei em pornografia eu tentei parar por três meses. O vicio avançou no decorrer dos anos de uma forma mais ou menos assim: modelos de biquíni, modelos nuas, pornografia de sexo normal, sexo oral, sexo anal, gang bangs, sexo hardcore (homens dominando fortemente as mulheres), femdom, pés, femdom com dor, etc. Depois eu comecei a procurar por fóruns de fetiche na internet/facebook. Desde os últimos 6 meses em umas quatro ou cinco ocasiões, eu tenho passado a NOITE INTEIRA vendo pornografia, o que dá umas 12 horas. Eu acabei de terminar uma sessão de 5 horas e me sinto miserável. E novamente, meu cérebro se sente exausto e abusado por isso. Estou ansioso e tenho vergonha de ter encontros sociais. Toda vez que eu abuso de pornografia é como se eu procurasse por coisas cada vez mais diferentes. Eu passei grande parte da minha ultima sessão fantasiando sobre atividades homossexuais forçadas num contexto femdom. Agora, após retornar ao normal depois do orgasmo, eu me sinto completamente enojado. E isso é uma coisa que eu nunca me sentiria atraído no mundo real em minha mente normal. 

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Richard Exley trabalhando a diferença entre tentação e pecado comenta que: “Às vezes resistimos à tentação não porque odiamos o pecado, mas simplesmente porque não temos coragem ou oportunidade de agir de acordo com nossos desejos pecaminosos.

Sendo esse o caso, podemos desenvolver uma vida imaginaria elaborada, na qual abrigamos nossas fantasias pecaminosas. Na tela de nossa imaginação, concordamos com todos os modos do mal. Logo estamos vivendo uma vida dupla. Por fora parecemos pessoas espirituais, mas em nossa vida imaginária, somos bem diferentes. O detalhe é que como Provérbios 23:7 adverte: o homem é assim como imagina sua alma.”

É necessário escolher que caminho quer seguir. Não se pode servir a dois senhores. Muitas pessoas, tanto homens como mulheres, líderes e pastores têm elevado a sensualidade à condição de ídolo no coração. Peça a Deus para lhe mostrar a verdade sobre idolatria. A idolatria é a adoração a alguém ou algo diferente de Deus, colocando o objeto da idolatria no lugar de Deus. E quantas vezes esses sentimentos e desejos desenfreados por satisfação da carne tem tomado o lugar de Deus em nossa vida?

A Bíblia exorta a adorar a Deus em espírito e em verdade, a pornografia e a masturbação viola esse principio, pois leva a adorar a carne, ou a imagem da carne de outra pessoa, buscando através dela satisfazer as necessidades.

Escolha o caminho do Senhor, tome postura de renunciarmos tudo o que alimenta a idolatria e sensualidade. Renuncie materiais pornográficos, relacionamentos que incentivam isso, hábitos, coloque e respeite os limites . Não de provisão à carne. Exercite a obediência e a renuncia, e Deus te honrará!

Restaure sua vida de oração, leitura da palavra, comunhão com Deus e com a igreja, jejue, arrependa-se, confesse, busque ajuda. (Tiago 5:16). Identifique seus gatilhos de tentação. Solidão, stress, tédio, sentimentos de rejeição, pressão, ferida não tratada, baixa estima, ansiedade… Peça a Deus que lhe revele o que seu “vicio” ou comportamento pecaminoso revela sobre você.

Reconheça e busque lidar com essas situações de maneira madura. Leve a serio suas lutas, responsabilize-se por sua vida, suas atitudes. Não fuja, não negue e não se conforme.

Fuja da carne, não se permita iniciar, conte com Deus. É possível vencer!

Deus nos criou com propósitos. Ele tem propósito em nossa identidade e atividade sexual. Cada parte de nossa anatomia e fisiologia foi projetada por Deus, inclusive nossos órgãos genitais. (Gênesis 1:27)

A relação sexual é um privilégio exclusivo para o casamento e não uma pratica solitária de auto-erotismo. A relação sexual é uma troca de fidelidade por toda a vida, onde o casal desfruta entre outras coisas, unidade, comunicação, companheirismo, prazer, procriação e etc.

Deus quer o nosso bem e a nossa felicidade. Se vivermos pelos princípios de Deus experimentaremos felicidade e paz, mas se vivermos alheios a esses princípios viveremos aprisionados e confusos (salmo 128:1) (Provérbios 5:21-23).

Como Igreja de Cristo, o tema da Pureza Sexual não pode deixar de fazer parte de nossas pregações. Não podemos falar do céu sem anunciar que temos princípios que precisamos viver aqui na terra, e um desses princípios é o da pureza.

Precisamos de maneira saudável anunciar a verdade que liberta o homem por inteiro e não apenas áreas de sua vida.

Muitas vezes falta em nossos lábios essa palavra porque estamos em falha nesse quesito, porém como líderes e pastores precisamos nos avaliar e por que não dizer, confessar e buscar o perdão de Deus, pois nossa vida e testemunho serão capazes de trazer incentivo e cura aos que estão aprisionados.

Que o Senhor faça de nós instrumentos para a sua glória!

 

Faça sua escolha! E se precisar de ajuda, conte conosco.

Entre em contato através do e-mail: [email protected]

 



Elder Rangel, 32 anos, natural de Campos dos Goytacazes – RJ, membro da Igreja Batista Torre Forte, formado em Teologia pela FABERJ (Faculdade Batista Estado Rio de Janeiro) e Gestão de Pessoas pela Universidade Estácio de Sá, Missionário de Jocum – Jovens com Uma Missão e atua em aconselhamento, treinamento para liderança e discipulado.

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