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Os três aspectos do amor de Deus

O amor de Deus, por poder ser negado ou aceito, em si mesmo não representa nada, porque é um meio para um fim


Os três aspectos do amor de Deus

O texto clássico de João 3.16 nos fala da ação de Deus em conceder seu filho unigênito para nos garantir acesso à salvação. Este ato de Deus, conforme o apóstolo, foi motivado por seu amor.

Ao olharmos de forma mais acurada para o amor descrito no texto, vamos perceber que ele possui, pelo menos, três aspectos, quais sejam: 1. Abrangência geral e centralizada; 2. Voluntário e incondicional; 3. Não é um fim em si mesmo.

O amor de Deus possui abrangência geral (“porque Deus amou o mundo”) devido ao fato de não ser um amor seletivo, mas destinado a todos, e de todas as classes sociais. É centralizado porque requer, de cada indivíduo, uma resposta de correspondência positiva (“…para que todo aquele… não pereça, mas tenha a vida eterna”).

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O amor de Deus é Voluntário (“Porque Deus amou o mundo…”), porque, mesmo não tendo a obrigação de nos amar, estando nós em estado de pecado, por graça (favor imerecido), nos amou. É um amor incondicional, porque embora muitos tenham rejeitado, e ainda irão o rejeitar, o amor continua disponível.

O amor de Deus, por poder ser negado ou aceito, em si mesmo não representa nada, porque é um meio para um fim (“deu seu filho… para que todo aquele que Nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna”). O texto deixa claro que aquele que aceita o amor de Deus, mas não o toma como um meio gracioso, aceitando a Jesus, terá um fim de perecimento.

Embora Deus tenha escolhido o argumento do amor para nos convencer à salvação, não está anulada a existência de um fim terrível para os que rejeitam seu filho Jesus. Não pare no amor, conheça e aceite a Jesus.



Jornalista e acadêmico dos cursos de História e de Teologia.

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