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Que moral a Turquia tem?

O passado assassino e cruel do antigo império Otomano não pode ser apagado.


Que moral a Turquia tem?
Que moral a Turquia tem?

Podemos afirmar objetivamente que a Turquia é o que restou do Império Otomano, um império muçulmano que durou mais de 600 anos e famoso pela sua crueldade e formas absurdas de cobrança de impostos.

O Império Otomano praticava a escravidão de cristãos, numa política chamada de Devshirm que significa levantamento ou coleta e que funcionava da seguinte maneira: soldados otomanos, cobradores de impostos, se dirigiam às comunidades cristãs da Europa e além de levarem todo o dinheiro deles, levavam também crianças a partir de 8 anos de idade para servirem como escravos do império.

Logo convertiam eles ao islã e os colocavam para fazer todos os trabalhos mais arriscados e humilhantes que poderiam existir, como servirem como iscas humanas nos combates, carregadores de pedras nas construções e escravos sexuais de sultões e outros cidadãos pedófilos.

Enquanto dominava Israel, este império também saqueou o povo judeu, destruindo muitas obras e comprovações históricas da presença do povo israelita na Terra Santa. Levaram para seus museus, artefatos valiosíssimos de nossa história, como por exemplo, as inscrições no túnel de Siloam, em Jerusalém, datadas da época do Profeta Isaías e do Rei Ezequias.

Inscrições no túnel de Siloam.

As inscrições foram feitas em pedra em 710 a.C. e foram arrancadas à marreta das paredes do túnel e permanecem até os dias de hoje no Museu de Istambul na Turquia. A Turquia jamais aceitou devolver a Israel tudo que foi saqueado e encontra-se em seus museus.

Mas não foi somente tesouros arqueológicos que foram destruídos, Israel possuía uma extensa área de florestas, principalmente na Galileia e na região de Beit Shemesh que foi devastada por este império.

Os sultões otomanos cobravam impostos dos judeus de acordo com a quantidade de árvores que possuíam em suas propriedades. Caso o judeu não tivesse como pagar, eles mandavam eles cortarem as árvores e entregarem como parte do pagamento dos impostos.

Foi assim que as florestas foram desaparecendo de Israel, tornando-o cada vez mais árido. O reflorestamento só começou a ocorrer a partir de 1948 após a criação do Estado de Israel.

Em 1915, este mesmo império foi responsável por um genocídio, no qual entre 800 mil a 1,5 milhão de armênios cristãos foram violentamente assassinados.

A crueldade foi tanta que crucificavam meninas cristãs. Na imagem ao lado podemos ver um otomano levando uma das meninas que não estava ainda mortas para servir de escrava.

Hoje o presidente da Turquia, Erdogan, está chamando Israel de “estado terrorista” e incentivando os demais países muçulmanos a reconhecerem Jerusalém Oriental como capital da Palestina.

A pergunta que não quer calar: Qual o direito e moral tem Erdogan de acusar Israel ou qualquer outra nação, tendo a Turquia um passado assassino e cruel, impossível de ser apagado da história do cristianismo?




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