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Setembro Amarelo

Conscientização pela Vida


Setembro Amarelo

O mês de setembro é conhecido desde 2015 como ‘Setembro Amarelo’, uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio.

A mortalidade em termos globais por suicídio aumentou em 60% nos últimos 45 anos, principalmente entre adultos jovens.

Hoje o suicídio já ocupa a terceira causa de morte entre pessoas de 15 a 44 anos e de acordo com a Organização Mundial da Saúde estima-se que, até 2020, aproximadamente 1,53 milhões de pessoas cometerão suicídio, e dez a vinte vezes mais pessoas tentarão suicídio em todo o mundo, representando a média de uma morte a cada 20 segundos e uma tentativa de suicídio a cada 1-2 segundos. No Brasil, 32 pessoas morrem diariamente por este fenômeno!

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Dados como estes são surpreendentes e por isso não podemos continuar inertes e silenciosos quanto ao assunto.

O que é Suicídio?

Do latim sui, “próprio”, e caedere, “matar”; é o ato intencional de matar a si mesmo. O comportamento suicida está frequentemente associado com a impossibilidade do indivíduo de identificar alternativas viáveis para a solução de seus conflitos, optando pela morte como resposta de fuga da situação estressante.

Geralmente o sofrimento emocional é carregado de estigma. As pessoas têm vergonha de admitir suas angústias e aflições, de admitir e expressar que passam pelos seus pensamentos uma forte sugestão de que a morte seria um alívio para o sofrimento.

Em Mateus 27 encontramos o triste desfecho da vida de Judas, um homem que apesar de andar com Jesus não conseguiu lidar com seus sentimentos de culpa e remorso e optou pelo enforcamento. Esse ‘fardo emocional’ acabou lhe incapacitando de ver que assim como Jesus ofereceu perdão e solução para o conflito interno de Pedro, Jesus poderia lhe trazer restauração também.

Como então prevenir o suicídio?

Alterações de comportamento, isolamento social, ideias de autopunição, verbalizações de conteúdo pessimista ou de desistência da vida, e comportamentos de risco (álcool, drogas, etc) podem sinalizar um pedido de ajuda.

Quanto maior o número de comportamentos indicativos mais provável a ideação e necessidade de intervenção. Outros comportamentos associados com tentativas de suicídio e que devem ser tratados como alerta são:

  • Fumar cigarro
  • Distúrbios do sono(insônia, hipersonia, parassonia)
  • Transtornos alimentares
  • Descaso com a higiene e cuidados pessoais
  • Mau humor, irritabilidade, tristeza, anedonia. (Humor Depressivo)
  • Transtornos de ansiedade(Ataque de pânico, TOC e Transtorno de ansiedade generalizada)
  • Alucinação, Delírio, desconfiança excessiva, deterioração cognitiva. (sintomas de esquizofrenia)
  • Ter um método planejado para executar a morte;
  • Ouvir músicas, assistir filmes e/ou ler livros sobre morte regularmente;
  • Pouca socialização/Se isolar de família e amigos;

Caso você conheça alguém que esteja emitindo estes sinais é importante seguir estas dicas: encaminhar a pessoa a um tratamento psicológico e psiquiátrico; mobilizar a rede social de apoio (família, parceiro(a), amigos…); em casos graves, há a possibilidade de internação em um Centro de Atenção Psicossocial(CAPS); fazer um contrato de vida, onde a pessoa se compromete a ligar para pessoas de sua confiança antes de cometer o suicídio; monitoramento regular; retirar do ambiente o acesso aos métodos (como arma de fogo e venenos para animais); conversar sobre alternativas para solução dos problemas atuais e de como encará-los de uma forma mais saudável.

Você não está sozinho, ligue: 141

Lembre-se do que JESUS CRISTO falou:

“Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (Jo 10.10).

“Vinde a mim todos os que estais cansados de carregar suas cargas pesadas, e eu vos darei descanso.” (Mt 11.28)



23 anos, casada com o Pr. Luan Tavares, psicóloga, batista pentecostal da Convenção Batista Conservadora. Uma serva que vive intensamente seu chamado!

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