Para ser um verdadeiro adorador é preciso ir além!

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“Então Maria pegou um frasco de nardo puro, que era um perfume caro, derramou-o sobre os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos. E a casa encheu-se com a fragrância do perfume.” (João 12:3)

Pouco antes de Jesus ser crucificado, essa mulher chamada Maria, assim que o encontrou, demonstrou uma adoração profunda, que fez até mesmo Jesus se admirar. Devemos pensar que Maria sacrificou não apenas as possíveis economias de toda a sua vida, mas também a sua reputação, pois na cultura daquela época, as mulheres nunca soltavam seus cabelos em público.

Em 2 Samuel nós vemos através de Davi, que o verdadeiro adorador não se importa com o que os outros pensam a seu respeito:



“Voltando Davi para casa para abençoar sua família, Mical, filha de Saul, saiu ao seu encontro e lhe disse: “Como o rei de Israel se destacou hoje, tirando o manto na frente das escravas de seus servos, como um homem vulgar!” Mas Davi disse a Mical: “Foi perante o Senhor que eu dancei, perante aquele que me escolheu em lugar de seu pai ou de qualquer outro da família dele, quando me designou soberano sobre o povo do Senhor, sobre Israel; perante o Senhor celebrarei e me rebaixarei ainda mais, e me humilharei aos meus próprios olhos. Mas serei honrado por essas escravas que você mencionou”. (2 Samuel 6:20-22)

Para adorar a Jesus, Maria estava disposta a ser considerada uma mulher sem valor, talvez até imoral. Alguns de nós podemos nos sentir pressionados a ser perfeitos quando vamos à igreja, porque queremos que as pessoas tenham um conceito bom sobre nós. Comparando a esta mulher, é como se hoje estivéssemos empenhados em manter os cabelos arrumados.



Mas uma igreja saudável é um lugar onde podemos soltar nossos cabelos e não esconder nossas falhas por trás de uma fachada de perfeição. Na igreja, deveríamos ser capazes de revelar nossas fraquezas para encontrarmos força, em vez de esconder nossas falhas para parecermos fortes.

Adoração não significa comportar-se como se nada estivesse errado, mas sim, estar em comunhão com Deus e com os outros. Quando somos corretos com Deus e com os outros, nossa adoração é verdadeira. Quando o nosso maior medo é “soltar os cabelos”, talvez nosso maior pecado seja mantê-los arrumados.

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Antônio Júnior

Antônio Júnior

Antônio Júnior tem 31 anos, mora em Franca/SP e é casado com Thaís Francielly. Também conhecido como pastor Juninho, é pastor dos jovens da Igreja Presbiteriana Central de São Seb. do Paraíso/MG. Formado no Seminário Teológico Carisma de Belo Horizonte.


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